A partir do dia 16 de maio de 2025, entram em vigor as novas regras para a contagem de prazos processuais, conforme alerta emitido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Essa atualização visa padronizar e aprimorar a comunicação processual no ambiente digital, trazendo maior segurança jurídica e previsibilidade para advogados e partes envolvidas em litígios.
Para profissionais do direito, entender essas mudanças é fundamental para evitar perdas de prazo e garantir a eficácia da atuação judicial.
Com a nova regulamentação, os prazos processuais serão contados com base exclusivamente nas publicações realizadas no Domicílio Judicial Eletrônico (DJE). Essa alteração estabelece o DJE como o canal oficial para a comunicação de atos processuais, eliminando possíveis divergências entre diferentes sistemas de notificação e consolidando o DJE como a fonte única para contagem de prazos.
Entre os principais pontos dessa mudança estão:
Diante disso, com a digitalização dos processos e a centralização das comunicações no DJE, é essencial que advogados e partes estejam atentos à necessidade de registrar e preservar provas digitais de forma adequada.
Documentar a data e o horário exatos de recebimento das comunicações pode ser essencial para comprovar o cumprimento dos prazos e evitar prejuízos processuais.
A coleta de provas digitais, como capturas de tela, e-mails e registros de acesso ao DJE, precisa ser realizada de forma tecnicamente correta para garantir sua validade em juízo. Isso inclui a preservação de metadados, registros de acesso e outras informações que comprovem a autenticidade dos documentos apresentados.
Assim, a DataCertify é uma plataforma especializada em coleta, preservação e certificação de provas digitais, oferecendo ferramentas que garantem a integridade e a autenticidade das informações registradas. Ao utilizar a DataCertify, advogados podem:
Nesse cenário de digitalização crescente do sistema de justiça, contar com soluções como a DataCertify é essencial para assegurar a conformidade com as novas regras do CNJ e garantir a segurança jurídica nas demandas processuais.
Se você ainda não utiliza ferramentas adequadas para a coleta e preservação de provas digitais, considere incorporar essa prática ao seu cotidiano profissional.