A notícia que repercutiu recentemente descreve mais um caso de vítima enganada por um golpista que se passou por um amigo no WhatsApp.
A abordagem foi rápida, convincente e cercada de elementos que imitavam uma conversa comum do dia a dia. Em poucos minutos, a vítima foi induzida a realizar um PIX de R$ 700, acreditando adquirir um freezer anunciado por um suposto conhecido. Somente depois descobriu que havia caído em um golpe.
No julgamento, o magistrado concluiu que o banco receptor falhou ao não identificar movimentações suspeitas na conta beneficiária e determinou o ressarcimento integral.
Apesar de parecer um episódio isolado, esse tipo de fraude está longe de ser exceção.
Golpes envolvendo aplicativos de mensagem se tornaram uma das modalidades mais frequentes no país. Clonagem de número, perfis falsos, pessoas se passando por familiares, pedidos de ajuda urgente ou ofertas aparentemente inofensivas crescem de forma considerável.
A engenharia social se sofisticou, ampliou seu alcance e encontrou nas interações digitais um campo fértil para manipulação. Todos os dias, novos casos são reportados, atingindo vítimas de diferentes idades, profissões e níveis de instrução.
Para os advogados que atuam em demandas desse tipo, uma realidade se impõe: a prova digital é o coração da ação. Ela reconstrói a dinâmica do golpe, evidencia a conduta enganosa, demonstra a falha do banco e sustenta a responsabilização.
Mas essa mesma prova, quando coletada de forma inadequada, pode comprometer todo o caso. Dados incompletos, capturas sem metadados, arquivos sem autenticação, conversas recortadas ou documentos que possam ser alterados fragilizam o conjunto probatório e abrem margem para contestações.
E a jurisprudência recente tem sido clara: prova digital sem integridade demonstrada tende a perder valor jurídico. A narrativa pode ser verdadeira, mas o meio de demonstração precisa atender aos critérios de autenticidade, confiabilidade e cadeia de custódia.
É exatamente nesse ponto que soluções especializadas tornam-se fundamentais, e é aqui que a DataCertify se destaca.
A plataforma foi desenvolvida justamente para permitir que advogados coletem e preservem evidências digitais de forma técnica, segura e juridicamente robusta. Com ela, é possível capturar conversas completas de WhatsApp, registrar páginas da web, perfis de redes sociais, comprovantes de PIX e outros conteúdos digitais, sempre garantindo:
Em casos como o do “amigo no WhatsApp”, a DataCertify possibilitaria que toda a conversa fosse coletada no instante do fato, com preservação dos elementos essenciais que comprovam a fraude.
Isso evita discussões sobre adulteração, reforça a narrativa da vítima e oferece ao advogado uma prova sólida desde o início da demanda.
O golpe continuará sendo uma realidade cotidiana porque se apoia em vulnerabilidades humanas, confiança, pressa e emoção.
Mas o modo como lidamos juridicamente com essas situações pode, e deve, evoluir. E a preservação correta da prova digital é a chave para transformar prejuízo em reparação.
Para a advocacia, essa não é apenas uma recomendação: é uma necessidade estratégica. E, com tecnologias confiáveis como a DataCertify, a prova digital deixa de ser um risco e passa a ser um instrumento poderoso de justiça.